sábado, abril 14, 2007

88. POR QUE GOSTO (TANTO) DE LITERATURA

Em resposta a um desafio de Ouriço, do Branco e Azul, e dedicado, hoje em especial, a António Lobo Antunes.

7 comentários:

Ana Paula disse...

M., magnífica composição! Gosto de todos os que mostra. Muito bem escolhidos! Também queria fazer qualquer coisa alusiva ao mesmo mas estou um nadinha sem inspiração. Gostei muito do post e da referência ao António Lobo Antunes.
Bj.

Ouriço disse...

Boa. Amanhã trago os meus cinco.
Há tantos que eu ainda quero ler!!!!!

Bandida disse...

a cabeça não acompanha o resto do corpo.
será sempre assim?!....

beijo E.


B.
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alice disse...

boa tarde, m. adoro estes seus posts. um rosto traz tantas lembranças. como se cada marca fosse um verso ;) e o senhor lobo merece. um grande beijinho.

M disse...

ana paula, sempre bem vindas as palavras de encorajamento. Obrigada.

ouriço, lamento, mas não consegui escolher apenas 5... eé verdade, há tantos que eu ainda quero ler!

os lobos, bandida, os lobos!...

alice, temos todos muito a ouvir deles, não é? O senhor Lobo tem mau feitio, é verdade, mas é grandioso como poucos!

Obrigada, minha fiel clientela, as vossas palavras são um estímulo!

isabel victor disse...

M., esta escolha é de príncipes !

A prpósito de escritas e escritores, diz-me o que pensas de Ondina Braga ? Eu gosto tanto do que ela escreveu ... (aquele imaginário do oriente ... aqueles ritmos ... aquelas paisagens interiores). É uma escritora pouco falada, não achas ?

um BEIJO *

isabel

M disse...

isabel victor, pois são os meus príncipes, mas quando vejo melhor sinto que se cometem sempre tantas injustiças nestas escolhas.
Por injustiças, tens razão, a Maria Ondina Braga foi uma mulher que viveu discretamente e discretamente morreu. Ficou uma obra vasta, mas tão discreta que tendemso a esuqer. E isso é injusto. Li pela primeira vez um livrio dela talvez lá pelso anos 70, Os Rostos de Janus, porque gosto muito de contos. Impressionou-me a sua escrita muito interior, muito trabalhada e de uma enorme riqueza. Ela faz parte daquelas escritoras portuguesas com uma escrita sofrida, cansada, conformada e que, insupeitadamente escondem uma enorme força e riqueza. Seria tempo de recupera Maria Ondina Braga, até porque esta nova geração provavelmente nem sequer a conhece. E é pena.
Obrigada pelas visitas atentas.
Beijos