sábado, maio 30, 2009

CORAÇÃO


O coração bate, às vezes bate demais e depois, às vezes quase pára. E questiona-se tudo. E perguntamo-nos onde estão as coisas. Quais coisas? As que nem nome têm, de tão certas. E as palavras, as estúpidas das palavras, inúteis, desbotadas, desajustadas, como fatos apertados e fora de moda. Julgávamos que as palavras estavam subentendidas e eternas, a desempenhar o seu papel, no seu lugar no sofá da sala quando chega a hora de acender a luz e ligar a tv.

E depois dizes-me que não, meu amor, que afinal as palvras eram outras. E que remédio tenho eu senão acreditar.

7 comentários:

Ana Paula disse...

Um texto que me parece ainda mais bonito, quando imagino dois corações inseparáveis que batem lado a lado, juntos...

Um beijinho amigo

Ana Paula

Ouriço disse...

E que aquele coração bombe bem e rápido.
bjs

Maria Eduarda Colares disse...

Obrigada, Ana Paula
Beijinhos

Maria Eduarda Colares disse...

Beijos, Ouriço e cá estamos todos a fazer força para que assim seja.

Helder Magalhaes disse...

O coração tem por hábito pregar muitas partidas.
E, em contrapartida, esse mesmo coração é capaz de albergar os melhores e mais felizes momentos da nossa vida...

Uma dualidade, a do coração!

Beijos e muita força, estamos todos a torcer pelo melhor, do
Helder

Lauro António disse...

Daqui bate, bate coração, com as palavras certas ou não, mas com o sentir profundo de que tu estás sempre lá, naquele local seguro que tanto ajuda a reavivar a pulsação. A tua mão ajuda tanto! Beijo.

Maria Eduarda Colares disse...

Lauro, sabes onde a encontrar, sempre disponível (a mão, claro). Obrigada.
Beijo