sexta-feira, junho 29, 2007
131. GRACINDA CANDEIAS
quinta-feira, junho 28, 2007
130. AS MULHERES NO CINEMA

Women in film
O Germano Campos, que é meu amigo, enviou-me este link que eu gostaria de partilhar convosco.
domingo, junho 24, 2007
129. DE VOLTA À REALIDADE
O Rio de Janeiro continua lindo. É uma cidade que se despede de nós num aeroporto que tem nome de músico, Tom Jobim.
128. E O GRANDE PRÉMIO DO FICA VAI PARA...
126. PARADA DO ORGULHO GAY, EM S. PAULO
125. ARTE E ARTISTAS
sexta-feira, junho 08, 2007
124. 07.06.2007
Feriado. Dia do M. pequeno. Após escolha muito criteriosa porque o tempo não é para matar, mas sim para fazer viver, a opção foi pelo Tejo para turistas, a bordo de um velho cacilheiro devidamente recauchutado. Parte do Terreiro do Paço, de Abril a Outubro, todos os dias, às 15 horas. São duas horas a descansar o olhar numa cidade que normalmente não vemos. Ficam as saudades dos velhos cacilheiros, sem make-up.
E Lisboa estava linda! Que o digam os milhares de máquinas de fotografar e de filmar que não tiveram descanso.(para ver como estava mesmo bonita, clicar nas imagens, que ficam maiores)
Depois, no Terreiro do Paço, a Tree Parade. À semelhança da Cow Parade, foram distribuídas árvores pelas escolas do país, para serem decoradas pelos alunos. Estão expostas com as respectivas "fichas técnicas" que nos permitem saber de onde vêm. O tema é o ambiente, a protecção da floresta, as ameaças a que a natureza está exposta. Muita gente com crianças e sem, a ver, a comentar, a fotografar, a gostar.
quarta-feira, junho 06, 2007
segunda-feira, junho 04, 2007
domingo, junho 03, 2007
sexta-feira, junho 01, 2007
116. COISAS DE QUE TENHO SAUDADES VI
sábado, maio 26, 2007
115. COISAS DE QUE TENHO SAUDADES V
Estava prometido à Ana Paula um post sobre Jules Verne. E isto porque no seu Música do Acaso ela me fez sentir saudades de Jules Verne. E saudades do tempo em que descobrir Jules Verne foi descobrir um mundo. Jules Verne e férias grandes estarão para mim sempre associados. E tenho saudades de ambos.
Também tenho saudades do meu pai. O meu pai era um homem de ciência, mas gostava tanto de literatura como qualquer homem de letras. A ele devo a descoberta de todos os autores da minha juventude: Camilo, Dostoiewski, Victor Hugo, Dumas, Steinbeck, Melville, Schiller, Goethe, Eça de Queiroz, Stendhal, Balzac, Garrett, Shakespeare, Walter Scott, sei lá quantos mais e... Jules Verne! Na estante grande, de portas de vidro com cortininhas de seda vermelhas, lá estava, na primeira prateleira de cima, a colecção completa de Jules Verne, as lombadas estreitinhas, vermelhas, verdes, castanhas. Já na época - e passaram-se já uns quantos anos - os livros não eram novos. Tinham sido fieis companheiros da juventude do meu pai, que me passava assim o testemunho de um autor que ele considerava mágico. E que saudades tenho de os folhear, de lhes sentir o cheiro a papel velho, de admirar as ilustrações que davam vida aos episódios mais excitantes.


No meu quarto cabia o mundo. Todos os cheiros, os sons, as línguas, as raças, as florestas virgens, os oceanos em fúria, os céus em paz, todos os meios de transporte, todas as invenções do homem, todas as maravilhas da natureza, tudo aquilo que o homem sabia e muito daquilo que o homem nunca sonhara, tudo isso vinha ter comigo, ali dentro do meu quarto, nos primeiros dias das férias grandes. E Jules Verne era o responsável. Jules Verne e o meu pai, que sabia perfeitamente do que ele era capaz...









