Uma vez mais o Lauro e o Vergílio Ferreira me levaram até à Serra. E uma vez mais foi muito agradável descobrir lugares e pessoas, e partilhar memórias que se mantêm tão vívidas e que são tão gratas. Na Covilhã estava frio e chovia, mas foi com entusiasmo e dedicação que os responáveis por esta organização conjunta da Universidade da Beira Interior e a companhia do Teatro das Beiras, se dedicaram à tarefa de evocar a memória e o espírito do autor nesta serra que o viu nascer e crescer nos tempos cinzentos de uma "manhã submersa", e onde quis repousar "para sempre".
Verificámos que a "neve" não consegue abafar a criatividade e a vontade, quando elas existem efectivamente - nem mesmo nos invernos mais frios!




























