Foto: Blog de João Quintino: http://www.sabugibyjq.zip.net/ Com os devidos agradecimentos, uma imagem que acabei de roubar e que, creio, vem do Brasil. Mas fica a promessa de uma alegria mais portuense para breve! Vivó Porto, carago!
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Foto: Blog de João Quintino: http://www.sabugibyjq.zip.net/ 
.Tudo tem o seu lado positivo. Há vários anos que não passava o Santo António em Portugal, isto sempre por uma boa causa, é verdade. Este ano as coisas saíram do que estava previsto, mas passar o Santo António em Lisboa é uma alegria! Um bom Santo António para todos, com tudo a que têm direito: sardinhas, mangericos, pimentos, arraial, marchas e, acima de tudo, muita saúde. Milagres? Talvez. Pelo sim, pelo não fica aqui a fórmula (dizem que é infalível...)
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ilustração retirada de um "Drácula" vintage


O coração bate, às vezes bate demais e depois, às vezes quase pára. E questiona-se tudo. E perguntamo-nos onde estão as coisas. Quais coisas? As que nem nome têm, de tão certas. E as palavras, as estúpidas das palavras, inúteis, desbotadas, desajustadas, como fatos apertados e fora de moda. Julgávamos que as palavras estavam subentendidas e eternas, a desempenhar o seu papel, no seu lugar no sofá da sala quando chega a hora de acender a luz e ligar a tv.
E depois dizes-me que não, meu amor, que afinal as palvras eram outras. E que remédio tenho eu senão acreditar.

Uma boa iniciativa, esta. Quando a crise faz apertar as carteiras, o Guia dos Teatros leva os seus leitores ao teatro, de borla! A não perder. Basta estar atento ao Guia e ser rápido na resposta. Consta que Peça para Dois é só um princípio - aliás um bom princípio: um excelente texto de Tennessee Williams, pouco conhecido, numa boa versão portuguesa e com dois bons actores - mais teatros vão associar-se a esta iniciativa. Esteja atento!


Haruki Murakami foi o escritor galardoado com o Prémio Jerusalém 2009.
foto Público
"Esqueça tudo o que ficou para trás! Este filme marca a grande viragem no cinema português." Já ouvimos isto várias vezes. Curiosamente, costuma vir associado a um filme bastante mau, idependentemente do seu relativo sucesso (ou insucesso) de bilheteira. Desta vez a coisa atingiu as raias do surrealismo (com as devidas desculpas ao verdadeiro, ao genuino). Não sei se o cinema português aguentará muito mais viragens destas. Começa já a parecer um frango sem clientela, a perder o gosto e o suco, tantas as voltas que dá.