terça-feira, novembro 04, 2008
HOJE: OBAMA vs McCAINE
sábado, novembro 01, 2008
O INVERNO NA SERRA
terça-feira, outubro 21, 2008
sexta-feira, outubro 10, 2008
terça-feira, outubro 07, 2008
RODRIGO LEÃO NA ABERTURA DO CINEECO
É só o primeiro de muitos motivos para ir ao CineEco 2008 - Festival Internacional de Cinema e Vídeo de Ambiente. É já no dia 18 e vai até 25. E vai ser muito bom. Em Seia - na Serra da Estrela. Venha daí! Já imaginou o prazer de admirar a serra nesta altura do ano; apreciar o melhor queijo do mundo (disseram-me e eu acredito!); conviver com pessoas fantásticas; ver (e ouvir) o Rodrigo Leão... e ver uma selecção excepcional do melhor que se faz no mundo em cinema e vídeo sobre os mais actuais, importantes e inquietantes temas relacionados com o ambiente e este nosso mundo que habitamos e que vamos deixar às gerações futuras, com todas as suas riquezas e com tantos (e tão graves)problemas!'bora ir a Seia! Não diga que não avisámos!
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sexta-feira, outubro 03, 2008
DECLARO ABERTA A ESTAÇÃO


segunda-feira, setembro 29, 2008
PARABÉNS, FICAP!
Foto Telénia Araújo (MEF)sábado, setembro 27, 2008
BUTCH CASSIDY MORREU.
JÁ ESTÁ À VENDA!
Parabéns (merecidos) e... boas vendas (que é uma coisa que ajuda muito, quer se queira, quer não)!
quarta-feira, setembro 03, 2008
terça-feira, setembro 02, 2008
segunda-feira, agosto 18, 2008
quarta-feira, agosto 13, 2008
FOI VOCÊ QUE PEDIU?...
Encurtando caminho, transcrevo o que o Ricardo José diz:
"O anúncio não é novo, mas só há pouco soube que quem o realizou foi um amigo meu e colega de curso, o Fred Oliveira.Fazer parte da produção dum filme publicitário da Porto Ferreira, que mantém o mesmo slogan das nossas primeiras memórias de espectador, é fazer assim um bocadinho parte da cultura popular portuguesa."
Não tenho por hábito, quer por feitio, quer por prática profissional, pôr-me em bicos de pés e gritar "fui eu que fiz!". Mas quando vejo alguém referir um slogan que faz parte das suas "primeiras memórias de espectador" e incluí-lo na "cultura popular portuguesa", não resisto! É que fui eu que pedi um Porto Ferreira. Normalmente, o trabalho de criação publicitária pertence a uma dupla, ou mesmo a uma equipa. Quando corre bem, ganhamos todos, quando corre mal, levamos todos na cabeça. Pelo menos dantes era assim. Mas este é dos poucos casos da minha longa carreira de criativa publicitária em que digo "fui eu que fiz" e, desculpem a imodéstia, nestes momentos sinto-me orgulhosa!
Aqui fica o filme, este feito pelo Fred Oliveira, muitos anos depois do primeiro, realizado por uma outra equipa, com outros meios, outros recursos, mas afinal, não tão diferente assim...
E obrigada ao Lauro António, que me fez chegar esta boa notícia, a de que entrei definitivamente para a "cultura popular portuguesa".
domingo, agosto 03, 2008
sexta-feira, agosto 01, 2008
BOAS E MÁS NOTÍCIAS

A boa notícia para quem vai agora descobrir Stieg Larsson - ou quem acabou de o descobrir, que é o meu caso - é que , para além do recentemente publicado "Os Homens que Odeiam as Mulheres", ainda há mais dois volumes da triologia "Millenium".

Stieg Larsson nasceu em Västerbotten, no norte da Suécia, em 1954. Cresceu no campo, perto da pequena comunidade de Norsjö, e foi criado pelos avós até à morte do avô, em 1962.
Trabalhou como designer gráfico na agência noticiosa Tidningarnas Telegrambyrå (TT) entre 1977 e1999.
É bem conhecido o envolvimento profundo de Stieg Larsson na luta contra o racismo e os movimentos extremistas de direita. Nos anos 80, foi um dos impulsionadores do projecto anti-violência “Stop the Racism”. E em 1995 foi fundador da Expo-foundation, onde viria a ser editor chefe da revista Expo.
Nos início deste século Stieg Larsson começou a escrever romances policiais, tendo dessa actividade resultado a série Millenium, cujo primeiro volume chega agora às livrarias na sua versão portuguesa.
1"Os Homens que Odeiam as Mulheres" é um policial bem conseguido, que se lê de um fôlego, apesar das suas cerca de 500 páginas, que cresce em emoção e suspense, tornando impossível abandoná-lo antes do fim. Mas o livro é muito mais do que isso, é uma análise dos mecanismos doentios de mentes distorcidas para quem conceitos como igualdade, tolerância, integração, e outros, não têm qualquer significado. De uma enorme e angustiante actualidade e lucidez, este thriller implacável vem trazer-nos à memória monstruosidades mais e menos recentes, com as quais não parece ser possível deixarmos de tropeçar, para nossa estupefacção e horror.
1A primeira fase da série "Millenium" está já a ser adaptada ao cinema. Michael Nyqvist e Noomi Rapace interpretam os papéis respectivamente de Mikael Blomkvist e Lisbeth Salander. O primeiro filme da triologia, "Os Homens que Odeiam as Mulheres" é realizado por Niels Arden Oplev, um realizador dinamarquês e a estreia está prevista para 2009.
terça-feira, julho 29, 2008
AINDA A TERCEIRA
ANGRA DO HEROÍSMO
terça-feira, julho 15, 2008
WILD (MODERADAMENTE) LIFE
Não foi com o Clive Owen, afinal, mas foi fim de semana. O Mário regressou de férias, o que teve como consequência Jardim Zoológico e Panda do Kung Fu. Todo um programa! Agora que a minha amiga Olga (salvo seja) já deve ter ultrapassado a sua fase de part-férias compulsivas à beira mar plantadas (eu também tive a minha dose, e estava lindo, o mar azul da Arrábida) foi a minha vez de enfrentar essa instituição maravilhosa que também faz parte da nossa cultura e que se chama "visita-ao-Zoo-infestado-de-famílias-numerosas-em-fim-de-semana-de-verão".
Começa cedo, porque no aproveitar é que está o ganho. A fila tem já uns metros quando chegamos - e o Mário é madrugador! - mas avança rapidamente. Distribuem-se os primeiros tabefes do dia e assinalam-se os primeiros bonés perdidos ("Então tu não viste que o menino não tinha o boné, carago?! Pra que raio é que tu serves, homem?").
Nós não temos passe. O Mário ainda tem desconto e eu ainda não. O Jardim está resplandecente neste sábado azul. Os visitantes exultam com as graças dos símios, com o porte majestoso das feras, com a indiferença dos camelos, com a altitude das girafas. Na Quintinha as crianças podem mesmo tocar nos animais. O porco vietnamita tem muito êxito: "Já viste, parece o Gonçalves! Continuas benfiquista, ó Gonçalves?" As pachorrentas tartarugas oferecem a carapaça rugosa à curiosidade dos dedos pequenos: "Ruben Marcelo, tem cuidado, filho, que o animal não tem raçocíno!"
Opção de recurso: MacDonalds. O Mário, virgem de Mac até há uma semana, já sabe: "Quero o happy-meal com o Panda!" Ele e mais algumas centenas. As avós servem para isso mesmo: transgredir onde o fundamentalismo materno esbarra. Ah, mas com sumo de laranja e maçã à sobremesa, claro!
Ao fim do dia, O Panda do Kung-Fu, agora no cinema de um centro comercial porque fim de semana não é fim de semana sem centro comercial. Toda a gente sabe, não é?


Claro que o Clive Owen vai ter de esperar. Uma mulher não é de ferro.
!
quarta-feira, julho 09, 2008
TRABALHO E EMPREGO
Durante uma grande parte da minha vida tive empregos. Não muitos, que nesse tempo os empregos mantinham-se durante longos anos, mas alguns. Tive o enorme privilégio de fazer o que gostava, com pessoas de quem gostava. O que teve como consequência que o trabalho fosse efectivamente um prazer. Uns dias mais prazer do que outros mas, generalizando, um prazer.
Estou de fim de semana! O Clive Owen não tem nada a ver com o assunto, mas faz parte de qualquer fim de semana digno desse nome. 
sábado, junho 21, 2008
BRASIL DE HAVAIANAS NOS PÉS
Uma vez mais, o Brasil, mais exactamente, Goiás, que é terra de FICA - ou seja: Festival Internacional de Cinema de Ambiente.
Também uma vez mais, "com açúcar, com afecto", o Brasil terra de Chico, de Bethânia, de Amado, de Jobim e Vinicius, de samba, bossa-nova, Pelé (e dizem-me que, sobretudo, Garrincha); a terra verde-e-amarelo da fantasia de Verão de qualquer português que se preze, terra de português doce e meloso que vai resistir a qualquer acordo ortográfico, de tal forma muda ao sabor da disposição do momento; a terra desse fenómeno que se chama Havaianas.
Sim, porque sempre que digo que vou ao Brasil, alguém me pede de imediato "Traz-me umas Havaianas!". Não sei porquê, sinceramente, mas trago. Chego mesmo a trazer o fundo da mala forrado de Havaianas. Creio que é um gesto de ternura, diferente do que se fosse ali ao Corte Inglês e comprasse as mesmas Havaianas, que as há de todas as cores, feitios e isso. Mas não vinham do Brasil.

!Devido a essa popularidade alucinante das Havaianas, fico um pouco surpreendida ao verificar que todos os anos a marca lança a sua campanha publicitária (assinada, creio que sempre, pela BBDO). Eu estava convencida que as havaianas se vendem por si, sem publicidade, mas pelos vistos isso não é verdade. Por isso aqui deixo a campanha deste ano (do Verão passado, claro, que já foi). É tão gostosa como as próprias.








