domingo, junho 24, 2007

127. CORES, SONS E SABORES DE GOIÁS





"Vida boa!" - exclamação de um habitante de Goiás, ao sentar-se num banco de jardim, num fim de tarde cálido e macio, como todas as coisas em Goiás.


Artesanato e ambiente.

Goiás.com - o restaurante.

126. PARADA DO ORGULHO GAY, EM S. PAULO









Falou-se em três milhões, falou-se em quatro milhões. Fiquemos pelos três milhões e meio. Na Avenida Paulista, em plena S. Paulo, foi a grande festa. Desfilaram durante horas com muita alegria, ritmo, cor, e um grande orgulho, talvez orgulho por saberem que estavam numa cidade onde, apesar de tudo, esta grande manifestação pode decorrer com o mais total civismo e respeito pelos outros, sem perder a enorme alegria de estar vivo e gritá-lo bem alto.

125. ARTE E ARTISTAS



No mam - museu de arte moderna - de S. Paulo existe uma parede que se destina a receber rotativamente trabalhos de artistas que procuram novas oportunidades. Após alguns meses, este artista dará lugar a um novo.

sexta-feira, junho 08, 2007

124. 07.06.2007

Feriado. Dia do M. pequeno. Após escolha muito criteriosa porque o tempo não é para matar, mas sim para fazer viver, a opção foi pelo Tejo para turistas, a bordo de um velho cacilheiro devidamente recauchutado. Parte do Terreiro do Paço, de Abril a Outubro, todos os dias, às 15 horas. São duas horas a descansar o olhar numa cidade que normalmente não vemos. Ficam as saudades dos velhos cacilheiros, sem make-up.

E Lisboa estava linda! Que o digam os milhares de máquinas de fotografar e de filmar que não tiveram descanso.(para ver como estava mesmo bonita, clicar nas imagens, que ficam maiores)

Depois, no Terreiro do Paço, a Tree Parade. À semelhança da Cow Parade, foram distribuídas árvores pelas escolas do país, para serem decoradas pelos alunos. Estão expostas com as respectivas "fichas técnicas" que nos permitem saber de onde vêm. O tema é o ambiente, a protecção da floresta, as ameaças a que a natureza está exposta. Muita gente com crianças e sem, a ver, a comentar, a fotografar, a gostar.

123. A PREFERIDA DO M. PEQUENO

quarta-feira, junho 06, 2007

122. DESCULPEM... NÃO QUERO SER DEMASIADO INSISTENTE...

... mas já observaram bem um lemur? Eu acho que este está a fazer ioga. É mesmo irresistível.

121. O JOHN CLEESE E EU TEMOS RAZÃO!

E provavelmente haverá muito mais gente a partilhar esta paixão. Não é irresistível?

120. JOHN CLEESE É IRRESISTÍVEL. OS LEMURES TAMBÉM.

John Cleese é genial. É um facto reconhecido mundialmente. John Cleese é louco por lemures. Este facto é também bastante reconhecido, devido às inúmeras campanhas que ele faz em favor deste que me arriscaria a considerar o meu animal favorito.

119. REFORMA AOS 82


Paul Newman retira-se, aos 82 anos, por achar que "já não tem confiança na memória nem na capacidade de improvisação". Vai dedicar-se apenas à caridade e à restauração. Que mais é que se pode exigir?

segunda-feira, junho 04, 2007

sexta-feira, junho 01, 2007

116. COISAS DE QUE TENHO SAUDADES VI

Tenho saudades da Feira do Livro. É verdade! Dir-me-ão que é fácil, basta chegar ao Saldanha, descer a Fontes Pereira de Melo e lá estamos na Feira.

Mas do que eu tenho saudades é da Feira do Livro na Avenida da Liberdade. Voltarão a dizer-me que não há assim tantas diferenças para que esteja saudosa da Feira.

Mas estou.

Dantes a Feira do Livro era um dos acontecimentos do ano, juntamente com a Feira Popular, as Marchas, o hóquei em patins, o Festival da Canção e pouco mais. Era a única oportunidade para se comprarem os livros a preços especiais, os "preços de feira". Não era muito diferente da que existe hoje, mas era única e era uma grande festa.

Aguardava-se a inauguração da feira com expectativa. Uns dias antes, quando começavam a montar as barraquinhas, em forma de livros abertos, pela Avenida acima, dizia-se logo: "Vai começar a Feira" e era com impaciência que se esperava o dia em que se ia dar "uma volta". Ver, farejar as novidades, pedir os catálogos. Mas não era dia de comprar, ainda. Depois havia um compasso de espera, para fazer render o sabor da Feira.

Tenho saudades de sentir o frenesim da espera, de adiar o grande momento, para o saborear melhor. Apesar de viver numa casa onde não faltavam os livros, onde os clássicos e os menos clássicos foram sempre companhia, a Feira era anualmente o pretexto para ver o que se editara de novo, para comprar o que tinha ficado adiado da Feira do ano anterior, para se descobrir entre os "livros de ocasião" um título antigo que interessava.

Tenho saudades dessa sensação de ter de escolher os livros, atenta e criteriosamente. De ir para casa com um braçado de catálogos das editoras - recordo os Livros do Brasil, a Europa-América, a Ulysseia - que conservava ao lado da cama, que lia e relia até quase saber de cor (creio que ainda hoje sei de cor e por ordem os títulos de certas colecções). Munida de um lápis, ia fazendo as minhas escolhas e negociando com os meus pais (se tu vais comprar este, então eu compro o outro e podias comprar mais aquele, ainda... que achas?). Havia títulos que iam passando de ano para ano, porque algumas novidades editoriais pareciam mais atraentes, como os Nobeis, os Goncourts, e outros, revelando-se muitas vezes tremendas desilusões. Feita a escolha, retirado este da lista, voltado a incluir, retirado o outro, lá chegava a uma selecção final. Tratava-se então de contar o dinheiro amealhado para a ocasião. Dois ou três eram oferecidos pelo meu pai. O meu avô contribuia com mais um. A minha avó sugeria-me um adiantamento sobre uma pequena importância que normalmente premiava a minha passagem de ano, mas depois os resultados teriam de corresponder, porque o prémio já lá estava. Mais uns trocos que se iam poupando da semanada e lá ia eu, catálogos em punho, fazer as minhas compras.
A sensação era exaltante. Os livros tão cobiçados nas prateleiras, tão desejados e tão ansiosamente aguardados, iam passando para as minhas mãos, um a um. Foi assim que travei conhecimento, nos doces anos da infância com a Condessa de Ségur, com A Princesinha, O Pequeno Lorde, e toda a Colecção Azul, a Berthe Bernage, as Mulherzinhas e depois com o mundo que se abriu à minha frente deslumbrante, para nunca mais se fechar, com a Fiesta, do Hemingway, com O Nosso Agente em Havana, do Graham Green, com a Cidade das Flores (obrigada, Abelaira, por esse maravilhoso romance!), com Erico Veríssimo (ah, o Olhai os Lírios do Campo...), com Jorge Amado, com Aldous Huxley, com Kafka, Brecht, José Gomes Ferreira, Pearl Buck, Stephen Zweig, António Nobre, Nabokov, Somerset Maugham, Harold Pinter, Pirandelo, Osborn, Paternak, Gide... e tantos, tantos.
Hoje a Feira do Livro estende-se a todos os pontos de venda. Preços de "feira", descontos especiais, promoções, dia disto, dia daquilo, e tudo para justificar a redução dos preços, para fazer concorrência à Feira do Parque Eduardo VII. É normal: estamos num país com uma população escassa, envelhecida e com pouquíssimos hábitos de leitura. Portanto há que aproveitar as oportunidades que meia dúzia de vezes por ano se abrem ao livreiro.

Mas ir à feira já não é a festa que era. E tenho saudades da festa.

sábado, maio 26, 2007

115. COISAS DE QUE TENHO SAUDADES V

Estava prometido à Ana Paula um post sobre Jules Verne. E isto porque no seu Música do Acaso ela me fez sentir saudades de Jules Verne. E saudades do tempo em que descobrir Jules Verne foi descobrir um mundo. Jules Verne e férias grandes estarão para mim sempre associados. E tenho saudades de ambos.

Também tenho saudades do meu pai. O meu pai era um homem de ciência, mas gostava tanto de literatura como qualquer homem de letras. A ele devo a descoberta de todos os autores da minha juventude: Camilo, Dostoiewski, Victor Hugo, Dumas, Steinbeck, Melville, Schiller, Goethe, Eça de Queiroz, Stendhal, Balzac, Garrett, Shakespeare, Walter Scott, sei lá quantos mais e... Jules Verne! Na estante grande, de portas de vidro com cortininhas de seda vermelhas, lá estava, na primeira prateleira de cima, a colecção completa de Jules Verne, as lombadas estreitinhas, vermelhas, verdes, castanhas. Já na época - e passaram-se já uns quantos anos - os livros não eram novos. Tinham sido fieis companheiros da juventude do meu pai, que me passava assim o testemunho de um autor que ele considerava mágico. E que saudades tenho de os folhear, de lhes sentir o cheiro a papel velho, de admirar as ilustrações que davam vida aos episódios mais excitantes.

Perfeito, perfeito, como diria o Bruno Nogueira, eram os primeiros dias de férias grandes. Esse enorme e generoso lapso de tempo que se estendia, tépido e suculento, entre as notas do terceiro período e a inevitabilidade que Outubro trazia consigo. Deitada no chão do meu quarto, sem ninguém me dizer nada, sem trabalhos de casa para fazer, com a garantia de que durante três meses não iria ouvir falar em matemática, com a cabeça enfiada na prateleira de baixo da minha estante, previamente esvaziada, e apoiada numa grande almofada, com os barulhos da rua a entrarem pela janela aberta, o calor, a promessa de dias longos e ociosos, devorava livros. Perfeito.
Não sei que idade teria quando peguei pela primeira vez num Jules Verne (creio que era A Ilha Misteriosa), mas sei que não houve nada que perturbasse essa relação perfeita. Tenho saudades de ler pela primeira vez um romance de Jules Verne. Da emoção de cortar amarras e voar para um mundo que satisfazia todos os meus sonhos de aventura. Ali, no chão do meu quarto, com a cabeça enfiada na prateleira da estante, eu embarquei nas mais delirantes viagens, descobri os mais exórticos destinos, conheci os nossos antípodas, saltei de comboios para balões, de zeplins para submarinos, carreguei para toda vida as pilhas da minha desmedida vontade de partir.
Com Jules Verne dei a Volta ao Mundo em 80 Dias, invejei Os Filhos do Capitão Grant, nos seus Dois Anos de Férias, desci pela caractera de um vulcão numa Viagem ao Centro da Terra, sofri quando cegaram um correio do czar chamado Miguel Strogoff, mergulhei ao fundo dos mares em Vinte Mil Léguas Submarinas, pairei durante Cinco Semanas em Balão, vibrei de emoção na Ilha do Tesouro e ainda me sobrou tempo para ir Da Terra à Lua.

No meu quarto cabia o mundo. Todos os cheiros, os sons, as línguas, as raças, as florestas virgens, os oceanos em fúria, os céus em paz, todos os meios de transporte, todas as invenções do homem, todas as maravilhas da natureza, tudo aquilo que o homem sabia e muito daquilo que o homem nunca sonhara, tudo isso vinha ter comigo, ali dentro do meu quarto, nos primeiros dias das férias grandes. E Jules Verne era o responsável. Jules Verne e o meu pai, que sabia perfeitamente do que ele era capaz...

domingo, maio 20, 2007

112. 120




Your EQ is 120



50 or less: Thanks for answering honestly. Now get yourself a shrink, quick!

51-70: When it comes to understanding human emotions, you'd have better luck understanding Chinese.

71-90: You've got more emotional intelligence than the average frat boy. Barely.

91-110: You're average. It's easy to predict how you'll react to things. But anyone could have guessed that.

111-130: You usually have it going on emotionally, but roadblocks tend to land you on your butt.

131-150: You are remarkable when it comes to relating with others. Only the biggest losers get under your skin.

150+: Two possibilities - you've either out "Dr. Phil-ed" Dr. Phil... or you're a dirty liar.

111. HOJE (H)À NOITE


sábado, maio 19, 2007

110. A CIDADE QUE NAVEGA


La ciudad que navega
A Lisboa hay que verla en el tiempo exacto de un sollozo. Verla toda entera con la primera luz del amanecer, por ejemplo. O verla bien completa con el último reflejo del sol sobre la Rua da Prata. Y después llorar. Porque uno, aunque sea la primera vez que la ve, tiene la impresión de haber vivido antes allí todo tipo de amores truncados, desenlaces violentos, ilusiones perdidas y suicidios ejemplares.
(...)
Lisboa es el nada nunca jamás. Lisboa es para llorar, puro destino y llanto, fado y luz de lágrima. Pero al mismo tiempo es una inmersión radical en la alegría. “Otra vez vuelvo a verte, / ciudad de mi infancia pavorosamente perdida /Ciudad triste y alegre, otra vez sueño aquí”. No es la ciudad blanca que creyó ver un suizo equivocado, sino una ciudad azul de alegres nostalgias inventadas. Sólo en Lisboa puede verse un azul de azules, que es un color que aturde. Lo vio Pedro Tamem, que lo inmortalizó así: “Desde lo alto os hablo, desde donde / añado azul de muchos colores / al otro azul que vuestros ojos ven”.
Enrique Vila-Matas

E é por estas e por outras que eu gosto tanto do Vila-Matas. E que vou começar agora a ler o Doutor Passavento. E que espero gostar muito.

sexta-feira, maio 18, 2007

109. SINGELA HOMENAGEM


Diz que são ouriços.

108. MURAKAMI E O CARNEIRO DESAPARECIDO

Murakami e o seu tradutor para língua inglesa

Já há bastante tempo que eu ficara de dar notícias do carneiro selvagem. Parti com Haruki Murakami em busca dele e andei uns tempos por lá. Mas aqui estão elas .
"Soube da sua morte por um amigo." Com estas palavras se inicia este que é um dos primeiros romances de Murakami. E continua: "Ele viu a notícia quando passava os olhos pelas páginas de um matutino e deu-se ao trabalho de me telefonar a ler o texto."
Se nunca mais sabemos de quem se fala ou a importância que a personagem pode ter no romance, isso é absolutamente indiferente. O que se trata aqui é do carneiro selvagem. O resto são coincidências filhas da mãe. É que há coincidências que não dá mesmo para acreditar. E, no entanto, elas surgem a cada página da obra deste autor.
E de coincidência em coincidência, o narrador vai-se envolvendo (e vai envolvendo-nos) na mais bizarra busca que é possível imaginar: a de um carneiro com características tão especiais que nem é bom conhecê-las! Não é que ele seja um homem demasiado aventureiro, demasiado ousado, ou demasiado curioso, mas a vida tem destas coisas e como fugir delas?
"Tive vontade de mandar tudo às urtigas naquele preciso momento e lançar-me montanha abaixo, sem dar satisfações a ninguém. Porém, a verdade é que isso também não levaria a nada. Estava demasiado envolvido para me safar assim. Só me apetecia gritar. O recurso mais fácil seria pôr-me a chorar, mas de que me serviria? Chorar por chorar, desde há muito que havia coisas que mereciam bem mais as minhas lágrimas, como eu no fundo bem sabia. Fui à cozinha, deitei a mão à garrafa de uísque, despejei cinco dedos num copo e bebi. Foi a única coisa que me passou pela cabeça fazer."
E, apesar de estarmos já bastante adiantados no livro, o mais perturbador está ainda para vir. Encontrará o narrador ou o leitor o carneiro selvagem? Saberá sequer para que anda à sua procura? Encontrará o narrador ou o leitor um sentido para a vida? Um motivo válido para abandonar tudo, mas mesmo tudo, para perseguir carneiros selvagens com uma estrela no dorso?
Constante na literatura de Murakami, a preplexidade acompanha-nos até à última página. E desta para o próximo romance. Não há como fugir ao fascínio.




A publicação em Portugal da obra de Haruki Murakami tem seguido uma ordem tão surpreendente que poderia ser tema de um dos seus romances. Não é fácil estabelecer a cronologia. No entanto, para os interessados, recomendo vivamente o fabuloso site www.harukimurakami.com, onde poderão seguir o fio à meada.




De qualquer modo, o que interessa é ler Murakami, seja lá por que ordem for. Este "Em Busca do Carneiro Selvagem", que faz parte do que é conhecido pela Triologia do Rato (juntamente com Hear the Wind Sing e Pinball), uma das suas primeiras obras, contém já os ingredientes que iriam fazer o sucesso de Murakami em todo o mundo: o humor, o surrealismo, a fuga à realidade pelo fantástico e um retrato pungente do vazio espiritual e da solidão provocados por uma sociedade dominada pela mentalidade da concorrência e do capitalismo desenfreado. Demasiado obcecado por estes temas, dizem alguns dos seus críticos. Fascinantemente fiel às suas obsessões, defendem os seus admiradores. Nada como lê-lo. E já que neste momento temos alguma possibilidade de escolha, talvez seguir a ordem cronológica de publicação, que aqui fica.



De Haruki Murakami encontram-se publicados em tradução portuguesa (as datas são as das publicações dos originais):

Em Busca do Carneiro Selvagem (1982)
Norwegian Wood (1987)
Crónica do Pássaro de Corda (1994)
Sputnik Meu Amor (1999)
Kafka à Beira Mar (2005)





segunda-feira, maio 14, 2007

105. "meme" # 2


Sê paciente; espera

que a palavra amadureça

e se desprenda como um fruto

ao passar o vento que a mereça.


Eugénio de Andrade

(*) Um "meme" é um " gene cultural" que envolve algum conhecimento que passas a outros contemporâneos ou a teus descendentes. Os memes podem ser ideias ou partes de ideias, línguas, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade autónoma".

Resposta ao desafio da Isabel Victor no Caderno de Campo.

Passo agora a tarefa a: Arion maislogs , S. nonblog , Alice A Tradução da Memória , Patrícia Abrotea, Cátia Um Ideal... não muito perfeito.

domingo, maio 13, 2007

104. "meme"


"Entrei numa livraria. Pus-me a contar os livros que há para ler e os anos que terei de vida. Não chegam, não duro nem para metade da livraria. Deve haver certamente outras maneiras de se salvar uma pessoa, senão estarei perdido."
Almada Negreiros

(*) Um "meme" é um " gene cultural" que envolve algum conhecimento que passas a outros contemporâneos ou a teus descendentes. Os memes podem ser ideias ou partes de ideias, línguas, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade autónoma".

Resposta ao desafio da Bandida.

passo agora a: Não há Nada como o Realmente, Música do Acaso, Branco e Azul, Caderno de Campo, Lapis Exilis.

quinta-feira, maio 10, 2007

103. AINDA CÁ ESTOU...

a ouvir pessoas que têm muito para contar...
a ver castelos de encantar...


e a registar... com a tal objectiva nova.

Aos meus visitantes fieis e já impacientes: voltarei. Obrigada.