domingo, junho 24, 2007
126. PARADA DO ORGULHO GAY, EM S. PAULO
125. ARTE E ARTISTAS
sexta-feira, junho 08, 2007
124. 07.06.2007
Feriado. Dia do M. pequeno. Após escolha muito criteriosa porque o tempo não é para matar, mas sim para fazer viver, a opção foi pelo Tejo para turistas, a bordo de um velho cacilheiro devidamente recauchutado. Parte do Terreiro do Paço, de Abril a Outubro, todos os dias, às 15 horas. São duas horas a descansar o olhar numa cidade que normalmente não vemos. Ficam as saudades dos velhos cacilheiros, sem make-up.
E Lisboa estava linda! Que o digam os milhares de máquinas de fotografar e de filmar que não tiveram descanso.(para ver como estava mesmo bonita, clicar nas imagens, que ficam maiores)
Depois, no Terreiro do Paço, a Tree Parade. À semelhança da Cow Parade, foram distribuídas árvores pelas escolas do país, para serem decoradas pelos alunos. Estão expostas com as respectivas "fichas técnicas" que nos permitem saber de onde vêm. O tema é o ambiente, a protecção da floresta, as ameaças a que a natureza está exposta. Muita gente com crianças e sem, a ver, a comentar, a fotografar, a gostar.
quarta-feira, junho 06, 2007
segunda-feira, junho 04, 2007
domingo, junho 03, 2007
sexta-feira, junho 01, 2007
116. COISAS DE QUE TENHO SAUDADES VI
sábado, maio 26, 2007
115. COISAS DE QUE TENHO SAUDADES V
Estava prometido à Ana Paula um post sobre Jules Verne. E isto porque no seu Música do Acaso ela me fez sentir saudades de Jules Verne. E saudades do tempo em que descobrir Jules Verne foi descobrir um mundo. Jules Verne e férias grandes estarão para mim sempre associados. E tenho saudades de ambos.
Também tenho saudades do meu pai. O meu pai era um homem de ciência, mas gostava tanto de literatura como qualquer homem de letras. A ele devo a descoberta de todos os autores da minha juventude: Camilo, Dostoiewski, Victor Hugo, Dumas, Steinbeck, Melville, Schiller, Goethe, Eça de Queiroz, Stendhal, Balzac, Garrett, Shakespeare, Walter Scott, sei lá quantos mais e... Jules Verne! Na estante grande, de portas de vidro com cortininhas de seda vermelhas, lá estava, na primeira prateleira de cima, a colecção completa de Jules Verne, as lombadas estreitinhas, vermelhas, verdes, castanhas. Já na época - e passaram-se já uns quantos anos - os livros não eram novos. Tinham sido fieis companheiros da juventude do meu pai, que me passava assim o testemunho de um autor que ele considerava mágico. E que saudades tenho de os folhear, de lhes sentir o cheiro a papel velho, de admirar as ilustrações que davam vida aos episódios mais excitantes.


No meu quarto cabia o mundo. Todos os cheiros, os sons, as línguas, as raças, as florestas virgens, os oceanos em fúria, os céus em paz, todos os meios de transporte, todas as invenções do homem, todas as maravilhas da natureza, tudo aquilo que o homem sabia e muito daquilo que o homem nunca sonhara, tudo isso vinha ter comigo, ali dentro do meu quarto, nos primeiros dias das férias grandes. E Jules Verne era o responsável. Jules Verne e o meu pai, que sabia perfeitamente do que ele era capaz...
segunda-feira, maio 21, 2007
domingo, maio 20, 2007
112. 120
Your EQ is 120 |
![]() 50 or less: Thanks for answering honestly. Now get yourself a shrink, quick! 51-70: When it comes to understanding human emotions, you'd have better luck understanding Chinese. 71-90: You've got more emotional intelligence than the average frat boy. Barely. 91-110: You're average. It's easy to predict how you'll react to things. But anyone could have guessed that. 111-130: You usually have it going on emotionally, but roadblocks tend to land you on your butt. 131-150: You are remarkable when it comes to relating with others. Only the biggest losers get under your skin. 150+: Two possibilities - you've either out "Dr. Phil-ed" Dr. Phil... or you're a dirty liar. |
sábado, maio 19, 2007
110. A CIDADE QUE NAVEGA
E é por estas e por outras que eu gosto tanto do Vila-Matas. E que vou começar agora a ler o Doutor Passavento. E que espero gostar muito.
sexta-feira, maio 18, 2007
108. MURAKAMI E O CARNEIRO DESAPARECIDO
Murakami e o seu tradutor para língua inglesa"Soube da sua morte por um amigo." Com estas palavras se inicia este que é um dos primeiros romances de Murakami. E continua: "Ele viu a notícia quando passava os olhos pelas páginas de um matutino e deu-se ao trabalho de me telefonar a ler o texto."
Se nunca mais sabemos de quem se fala ou a importância que a personagem pode ter no romance, isso é absolutamente indiferente. O que se trata aqui é do carneiro selvagem. O resto são coincidências filhas da mãe. É que há coincidências que não dá mesmo para acreditar. E, no entanto, elas surgem a cada página da obra deste autor. E de coincidência em coincidência, o narrador vai-se envolvendo (e vai envolvendo-nos) na mais bizarra busca que é possível imaginar: a de um carneiro com características tão especiais que nem é bom conhecê-las! Não é que ele seja um homem demasiado aventureiro, demasiado ousado, ou demasiado curioso, mas a vida tem destas coisas e como fugir delas?
Constante na literatura de Murakami, a preplexidade acompanha-nos até à última página. E desta para o próximo romance. Não há como fugir ao fascínio.



De Haruki Murakami encontram-se publicados em tradução portuguesa (as datas são as das publicações dos originais):
Em Busca do Carneiro Selvagem (1982)
Norwegian Wood (1987)
Crónica do Pássaro de Corda (1994)
Sputnik Meu Amor (1999)
Kafka à Beira Mar (2005)
quinta-feira, maio 17, 2007
terça-feira, maio 15, 2007
segunda-feira, maio 14, 2007
105. "meme" # 2

(*) Um "meme" é um " gene cultural" que envolve algum conhecimento que passas a outros contemporâneos ou a teus descendentes. Os memes podem ser ideias ou partes de ideias, línguas, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade autónoma".
Resposta ao desafio da Isabel Victor no Caderno de Campo.
Passo agora a tarefa a: Arion maislogs , S. nonblog , Alice A Tradução da Memória , Patrícia Abrotea, Cátia Um Ideal... não muito perfeito.
domingo, maio 13, 2007
104. "meme"

Almada Negreiros
(*) Um "meme" é um " gene cultural" que envolve algum conhecimento que passas a outros contemporâneos ou a teus descendentes. Os memes podem ser ideias ou partes de ideias, línguas, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade autónoma".
Resposta ao desafio da Bandida.
passo agora a: Não há Nada como o Realmente, Música do Acaso, Branco e Azul, Caderno de Campo, Lapis Exilis.
quinta-feira, maio 10, 2007
103. AINDA CÁ ESTOU...
e a registar... com a tal objectiva nova.
Aos meus visitantes fieis e já impacientes: voltarei. Obrigada.














