terça-feira, fevereiro 05, 2008
ONDE ESTÁ?...
domingo, fevereiro 03, 2008
CARNAVAIS



São dessa época os Carnavais das festas com os amigos, em que se reuniam para cima de 40 crianças, mais os respectivos progenitores. Depois, emancipadas as crianças, foi o tempo dos Carnavais do Casino do Estoril, de ouvir Fafá até à nausea.

"Meu coração é vermelho, hei, hei, hei
De vermelho vive o coração, ê, ô, ê, ô
Tudo é garantido após a rosa vermelhar
Tudo é garantido após o sol vermelhecer"
terça-feira, janeiro 22, 2008
segunda-feira, janeiro 21, 2008
POR ONDE ANDO?

A tradição ainda é o que era, eu é que já não (nem os flamingos).
domingo, janeiro 20, 2008
AINDA A HIBERNAR
terça-feira, janeiro 01, 2008
domingo, dezembro 30, 2007
NOVO SERVIÇO

segunda-feira, dezembro 24, 2007
Santa Claus is tired... :-)
Creio que este é o post ideal para este momento. Creio que corresponde ao estado de todos os Pais/Mães Natais por esse mundo fora.
Um excelente Natal a todos!
terça-feira, dezembro 18, 2007
175. TERRY JONES E OS PRESENTES DE NATAL
Terry Jones
João Reis (com Terry Jones ao fundo), no decorrer de uma entrevista.
Entretanto, Terry Jones encontra-se no São Luiz, a ensaiar o musical "Evil Machines", com libreto seu e música, tal como a dos "Contos", de Luís Tinoco. A estreia mundial está marcada para 12 de Janeiro.
A coisa promete! O próprio declarou em entrevista à SIC: "Quando escrevi o libreto pensei "não sei como é que eles vão encenar isto mas o problema é deles". Então o Jorge Salavisa (director do São Luiz) perguntou-me se eu queria encenar a peça, e o problema deles tornou-se meu também".
terça-feira, dezembro 11, 2007
174. PRESENTES DE NATAL
Então, como estava prometido, fui ao atelier da minha amiga Gracinda Candeias. E trouxe de lá uma aguarela. Linda. Ela lamenta que as pessoas invistam tão pouco em arte para presentes de Natal. E, no entanto, dura mais do que o Ferrero Rocher e não engorda! O "atelier aberto" já encerrou as portas, mas o blog Gracinda Candeias (ver aqui nos links) continua aberto. E, com o bom humor e bom gosto que ela tem, atrevo-me a dizer que se for preciso faz embrulhos para presente...sexta-feira, novembro 30, 2007
173. A MINHA AMIGA GRACINDA CANDEIAS


E assim é a Gracinda Candeias. Já aqui disse uma vez que vale a pena conhecer a mulher e a obra. Vai mais uma vez valer a pena passar pelo atelier dos Coruchéus, este fim de semana, para partilhar as experiências do Corpus Meum... e dos scones que ela já nos prometeu. A verdade é que, scones à parte, e já que não estava em Lisboa no fim de semana em que decorreu a FAC, estou morta de curiosidade para conhcer esta nova fase da Gracinda. Não vou faltar.
quarta-feira, novembro 28, 2007
173. E FOI ASSIM.
domingo, novembro 18, 2007
172. VIVER MAIS E MELHOR - receita de 1911
Nietzche
Nietzche tem muita razão quando diz que o desgosto de viver e a falta de vitalidade da actual geração teem por causa a pesada atmosphera de estufa e de "cave" que todos nós respiramos. Se respirassemos constantemente ar puro, é quasi certo que o hábito de bebermos uma pequena porção de vinho ou cerveja e de fumarmos um ou dois charutos por dia - prazeres que nos dão uma grande sensação de bem-estar e nos conservam bem dispostos - é quasi certo, dizia eu, que esse habito não poderia, praticamente, diminuir de maneira sensivel o numero de annos de vida.
Os rapazes pallidos e adoentados não devem esse estado aos "excessos" que praticam, mas sim ás estadas prolongadas nas atmospheras empestadas dos cafés e á insufficiencia do somno nocturno."
E pronto, aqui fica para reflexão. Eu já desconfiava que o estado do ensino era responsável por uma data de coisas! O livrinho tem outros capítulos cujos títulos são igualmente apelativos, como Meias "de ar" e camisas de dormir "de ar", mas não conto mais. O meu avô não viveu até aos 140, mas chegou ágil fisica e mentalmente aos 88. Fumava uma marca de cigarros chamada Craven A, de que ainda restam lá por casa uma ou outra caixa, de metal, vermelha, com um gato preto. Mas deixou de fumar quando eu nasci.

quarta-feira, novembro 14, 2007
171. EM SERRALVES
Comissariado: Mirta d'ArgenzioCo-Produção: Fundação de Serralves, Haus der Kunst, Munique (Alemanha) e Museu Donna Regina (Madre), Nápoles (Itália)

“A pair of socks is no less suitable to make a painting with than wood, nails, turpentine, oil, and fabric.”
Robert Rauschenberg in Susan Hapgood’s Neo-Dada, Redefining Art 1958-1962, p.18


Não só de Andy Warhol, Roy Lichtenstein, David Hockney ou Richard Hamilton se fez a história da Pop-Art. Robert Rauschenberg partilhou com estes nomes a génese desse movimento artístico surgido nos anos 50, principalmente nos Estados Unidos e Inglaterra, e que iria marcar a arte moderna e as gerações futuras.
Rauschenberg nasceu em 1925 e é autor de uma obra vastíssima, embora não tenha conhecido em Portugal a mesma divulgação dos outros nomes do movimento em que se integra. Daí que esta mostra, agora presente em Serralves, mereça toda a nossa atenção. Ela não será a mais significativa do trabalho de Rauschenberg, confinada como está a uma época muito específica, correspondendo a uma viragem na sua atitude perante a arte e a vida, momento de provocação divertida e de contestação de toda uma cultura ferozmente consumista. Contudo ela tem o grande mérito de chamar a atenção para o artista e despertar a vontade de conhecer melhor os outros momentos do seu percurso.


Entre 1976-78 uma importante retrospectiva da obra de Rauschenberg organizada pela National Collection of Fine Arts, de Washington, percorreu os Estados Unidos. O próprio autor nunca deixou de estar presente em inúmeras actividades, em todo o mundo, incluindo colaborações com artistas de diversos países e organização de workshops, numa actividade que viria a culminar na Rauschenberg Overseas Culture Interchange (ROCI) projecto que se realizou entre 1985 e 1991. Em 1997, o Guggenheim Museum de Nova Iorque expôs a maior retrospectiva do trabalho de Rauschenberg até hoje realizada, que visitaria vários países da Europa em 1998.

sexta-feira, novembro 02, 2007
HUG 2

170. UM ABRAÇO






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